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07 fev

Porque tomar copo de água com gás antes do café espresso ?

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

Talvez esta possa ser uma dúvida ao pedir um café espresso.  Aos poucos, as cafeterias que prezam pelos detalhes que tornam o consumo do café mais refinado, servem um pequeno copo de água com gás como acompanhamento. Esta prática ainda é pouco difundida nos estabelecimentos que servem café, de forma que a relação água com gás e beber café não é tão conhecida. É natural, então, um estranhamento – e há quem misture os dois líquidos ou beba a água para “tirar o gosto do café” após bebe-lo. Pois é justamente o contrário. A água com gás deve ser consumida antes do espresso, de modo a tornar as papilas gustativas mais sensíveis – limpando, portanto, fazendo com que apreciemos mais intensamente o sabor do café em seguida!

06 fev

Café pode afetar os níveis de hormônios sexuais das mulheres

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Bebidas com cafeína alteram a quantidade de estrogênio no organismo feminino

Editora Globo

Café pode afetar os níveis de hormônios sexuais// Crédito: Shutterstock

Um novo estudo mostra que mulheres que bebem duas xícaras de café por dia podem sofrer alterações nos níveis de estrogênio. Além disso, foi provado que a bebida pode aumentar ou diminuir a quantidade do hormônio sexual dependendo da etnia da pessoa.

A pesquisa, feita na Universidade de Utah, analisou cerca de 250 mulheres e verificou que asiáticas que tomam mais café tem níveis maiores de estrogênio do que aquelas quem não têm o costume. Já as mulheres brancas que consomem a bebida com mais frequência têm menor quantidade do hormônio e, no caso das negras, não há diferença significativa.

Outra descoberta do estudo foi que os níveis de estrogênio de mulheres que ingerem cafeína através de chás ou de refrigerantes (não diretamente no café) são sempre mais altos e, desta vez, sem conexão alguma com sua etnia.

Apesar dos níveis de estrogênio sofrerem alterações, foi verificado que o ciclo menstrual das mulheres não mudou devido a um maior ou menor consumo de cafeína. Mas mesmo com efeitos em curto prazo não sendo observados pela pesquisa, sabe-se que a quantidade do hormônio é ligada a endometriose, osteoporose e alguns tipos de câncer. “Então é importante que o consumo de cafeína seja levado em consideração na hora de estudar estas doenças e examinar pacientes”, conclui um dos autores da pesquisa, Enrique Schisterman.

03 fev

Café Blond uma cerveja alemã com gosto de café brasileiro

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Café com cerveja? Cerveja com café?

Café com cerveja uma bebida interesantíssima que me deu água na boca.. Café Blond é uma cerveja alemã que reflete um pouco da cultura local de adicionar refrigerante de limão à alguns tipos de cerveja. A marca foi mais além e adicionou aromas essenciais do café, e pra não ter dúvida, cada garrafa leva um grão de café colhido manualmente.


Com um toque mais amargo, aromas cítricos e presença de café, essa cerveja pretende se posicionar dentro do universo das novas cervejas, contramão das cervejas artesanais. Como eu acho que há espaço para todos e que o bom mesmo é que tenhamos centenas de produtos na prateleira, eu acho a experiência válida, só não sei se passaria a ser a minha bebida número um.0

Infelizmente não encontrei referências para a venda desse produto em outros países senão a Alemanha, mas espero que em breve possamos tomá-la em diversos países, assim como o Brasil. E que venha nessa linda embalagem retrô…Um abraço,

02 fev

Frases sobre Café

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“O café é a bebida que desliza para o estômago e põe tudo em movimento.” (Honoré de Balzac)

“O café deve estar quente como o inferno, ser negro como o diabo, puro como um anjo e doce como o amor.” (Charles-Maurice de Talleyrand-Périgord)

“Se isso é café, por favor tragam-me chá. Se isso é chá, por favor tragam-me café.” (Abraham Lincoln)

“É mais fácil trocar de religião do que de café.” (Georges Courteline)

“Se não há café para todos, não haverá para ninguém.” (Che Guevara)

“Funcionários públicos nunca devem tomar café depois do almoço. Faz com que percam o sono à tarde.” (Jilly Cooper)

“O poder da mente do homem é diretamente proporcional à quantidade de café que ele bebe.” (James Mackintosh)

“Quando nós bebemos café, as idéias marcham como um exército.” (Honoré de Balzac)

“Atrás de toda mulher próspera… existe uma quantia significativa de café.” (Stephanie Piro)

“Café é o ouro do homem comum, e como o ouro, traz a toda pessoa o sentimento de luxo e nobreza.” (Abd al-Qadir)

“Se você quer melhorar sua compreensão, beba café; é a bebida inteligente.” (Sydney Smith)

“Café, de acordo com as mulheres da Dinamarca, é para o corpo o que a Palavra de Deus é para a alma.” (Karen Blixen)

“A necessidade básica do coração humano durante uma grande crise é uma boa xícara de café quente.” (Alexander King)

01 fev

Cafeicultura marcou a independência econômica do Brasil Imperial

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Influências

Cafeicultura marcou a independência econômica do Brasil Imperial

O grande desenvolvimento das lavouras de café brasileiras teve início durante o Período Regencial, em plena Monarquia, ou seja, quando o Brasil ainda era Império. Foi considerado o mais importante acontecimento econômico do país ao longo de todo o século XIX. Nessa época, o proclamador da Independência, D. Pedro I, abdicou do trono, pressionado politicamente. Seu filho, o imperador D. Pedro II, então com apenas 5 anos de idade, não pôde assumir o poder devido à idade insuficiente. Entre 1831 e 1840, portanto, o Brasil acabou sendo governado pelos chamados Regentes (destaque para Diogo Antônio Feijó e Araújo Lima) até que D.Pedro II aplicasse o famoso “Golpe da Maioridade” (colocação antecipada do jovem imperador no trono, com apenas 14 anos de idade – considerado um dos mais hábeis golpes políticos da história do Brasil).

Cafeicultura: os primeiros passos da economia brasileira – Num espaço de tempo relativamente curto, o café passou de uma posição relativamente secundária para a de produto-base da economia brasileira. Desenvolveu-se com total independência, ou seja, apenas com recursos nacionais, sendo, afinal, a primeira realização exclusivamente brasileira que visou a produção de riquezas.

É importante lembrar que a cana-de-açúcar, o algodão e o fumo (principais produtos do período colonial), foram introduzidos por iniciativa da Metrópole Portuguesa, com capital e mão-de-obra vindos do exterior. Outro dado importante: assim como o Brasil teve a iniciativa de produzir café independentemente, também se propôs a comercializar o produto sozinho, sem a interferência externa. Até então, os brasileiros produziam e as Metrópoles (Portugal, Holanda e Inglaterra) comercializavam. O café foi, de certa forma, uma espécie de “grito de independência econômico-comercial” do Brasil Império.

A Guerra do Haiti com a França favoreceu “Café Brasil”

Assim como hoje a cafeicultura moderna e profissional (em sintonia com um mundo globalizado), continua a contribuir com o Brasil, às portas do século XXI, também na época do Brasil Imperial a atividade cafeeira ajudou, principalmente, no desenvolvimento da região sudeste (considerada atualmente a mais importante do país, do ponto de vista econômico).

A expansão da economia cafeeira já em meados do século XIX, introduziu, aos poucos, diversas modificações no Brasil como a substituição da mão de obra escrava pelo trabalho assalariado (através da imigração), a modernização dos meios de transporte (com a construção das estradas de ferro), a expansão da rede bancária e do crédito agrícola), a modernização dos portos do Rio de Janeiro e de Santos e a dinamização das atividades comerciais.

Política Cafeeira

Finalmente, foi de extrema importância a crescente influência política dos cafeicultores, o que decorreu também da expansão da atividade cafeeira. Situados em zonas próximas à capital do Império, eles rapidamente compreenderam a necessidade de se controlar o governo, fazendo uso de sua influência em seu próprio benefício. Aos poucos, os “barões do café” (e mais tarde, durante a República Velha, os membros da “política do café com leite”) transformaram-se na facção da aristocracia rural que maior influência exerceu sobre as autoridades governamentais.

30 jan

Popularização do café começou em Paris

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Difusão

Popularização do café começou em Paris

Na época das grandes navegações e descobrimentos (passagem da Idade Média à Idade Moderna), os aventureiros holandeses obtiveram sementes de Coffea arabica no Iêmen. Introduziram o café na Ilha de Java e, em 1706, a exemplo de navegadores alemães e italianos, levaram sementes e mudas para a Europa.

No Oriente, o café provocou até guerras enquanto que, no Ocidente, sofreu perseguição e censura. Houve uma época em que as sementes, que haviam sido plantadas no Jardim Botânico de Amsterdam, na Guiana Holandesa, foram consideradas demoníacas. O consumo da bebida foi proibido pela Igreja Católica, mas o papa Aurélio, apreciador de um bom café, o absolveu de qualquer culpa, liberando o consumo para os fiéis.

Sementes de cafeeiros foram levadas no século XVII ao Jardim Botânico de Paris, fato que tornou a bebida uma das mais consumidas no velho continente, passando a fazer parte definitiva dos hábitos dos europeus, apreciada por todos e, consagrada por gente importante como J. Sebastian Bach, Voltaire, Rousseau, reis, nobres e outras celebridades.

Pouco tempo depois, sementes de café foram enviadas à ilha de Martinica que, por sua vez, se tornou importante centro de distribuição de sementes à Venezuela, Brasil, Colômbia, toda a América Central e várias regiões das Antilhas.