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24 jun

Receita Chocafé quente

Publicado por Redação Blog Café Fácil 1 Comentário

Chocafé quente

Tempo de preparo 0 h 15 min

Rendimento
5 porções

Preparo fácil

Ingredientes

- 3 colheres (sopa) de amido de milho
- 1 litro de leite
- 1 xícara (chá) de Café Pilão Intenso
- 1 lata de leite condensado
- 5 colheres (sopa) de chocolate em pó
- chocolate em pó para polvilhar

Modo de preparo

Dissolva o amido no leite e leve ao fogo junto com o café, o leite condensado e o chocolate, mexendo sempre, até ferver e engrossar. Coloque em canecas e polvilhe chocolate em pó.

 

Conheça a maquina ideal para sua casa.

Cafeteira Expresso Bianca Espressione

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15 jun

Café para esquentar o frio na torcida na arquibancada da Copa do Mundo!?

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

Skhosana Nkulyleko vendendo bebida Foto: Natalia da Luz

Natalia da Luz, JB Online

JOANESBURGO – Uma partida de futebol sempre pede um brinde.Uma das bebidas favoritas para celebrar com o esporte é a cerveja! Onde tem torcida reunida, há o copo acompanhando! A regra vale tanto para o Brasil quanto para a África do Sul, que diferentemente de nós vende a bebida durante as partidas de futebol! Na Copa das Confederações do ano passado (entre 14 e 28 de junho), a bebida gelada era uma das preferidas nos estádios sul-africanos. Mas hoje, durante a Copa do Mundo, há uma nova opção!

Agora, os torcedores têm café e chocolate quente para esquentar as tardes e noites do inverno sul-africano que, no ano da Copa, está bem mais rigoroso. A ideia foi da Fifa, que acrescentou outras opções, além da consagrada cerveja para deixar o torcedor mais confortável, especialmente em uma noite com previsão de marcar 0 grau!

Skhosana Nkulyleko é um dos muitos contratados especialmente para vender as doses das bebidas durante os jogos da Copa no Ellis Park, que vai abrigar sete jogos do Mundial! Apenas no primeiro tempo de Brasil x Coréia do Norte, só ele vendeu 160 copos de café e chocolate! No jogo de abertura do Mundial (que nem estava frio), foram vendidos 2.513 copos de café e 958 de chocolate quente, disse a Fifa ao Jornal do Brasil. Em comparação à cerveja, houve uma grande desvantagem… Foram vendidas mais de 58 mil unidades no primeiro jogo. Hoje, certamente é um dia diferente… A frente fria que chegou a Joanesburgo deve transformar o estádio do Ellis Park em um verdadeiro freezer! Haja animação e muita bebida quente paera manter a torcida aquecida!

No galão (que estava nas costas do sul-africano), cabe o equivalente a 40 copos dos dois tipos de bebida. Logo, ele precisou recarregá-lo três vezes até o final do jogo. “Os torcedores gostaram da novidade. Acho que vai funcionar bem porque muita gente sente frio e quer beber algo quente!” Se no jogo das 16h, a novidade foi um sucesso, imagine no jogo das 20h30!? Provavelmente, os funcionários terão que terá que recarregar muitas vezes a sua gigantesca garrafa térmica!

Randy Chanyasso (da Costa Rica) levou dois copos para a arquibancada pagando 15 rands, cada (cerca de R$4). “Acho que a cerveja vai ficar para lugares mais fechados. Com o frio que deve fazer nas arquibancadas, a gente vai ficar mesmo no café e chocolate quente!”, contou ao JB o torcedor. A Fifa ainda não tem número aproximado para a noite de hoje, mas credita que a procura pelos cafés e chocolates deve ser campeã dos jogos até hoje!

17:52 – 15/06/2010

12 jun

Estudo indica benefícios do café na prevenção do diabetes

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

Um estudo recentemente publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistry traz mais evidências de que o café pode ajudar a prevenir problemas cardiovasculares. De acordo com pesquisadores japoneses, a cafeína pode ter diversos efeitos no organismo que ajudam a evitar o desenvolvimento do diabetes tipo 2.

Em testes com ratos, os cientistas da Universidade de Nagoya observaram que os animais que ingeriram café por cinco semanas apresentaram menores níveis de açúcar no sangue e melhor sensibilidade à insulina do que os roedores que ingeriram apenas água, reduzindo os riscos de diabetes. Além disso, o consumo de café foi associado a mudanças benéficas na gordura do fígado e nos níveis de citocinas inflamatórias associadas ao risco de diabetes.

“Esses resultados sugerem que o café exerce um efeito supressor na hiperglicemia ao melhorar a sensibilidade à insulina, em parte, devido à redução da expressão das citocinas inflamatórias e melhora na gordura do intestino”, destacaram os autores na publicação. “A cafeína pode ser um dos compostos antidiabéticos eficazes no café”, concluíram.

09 jun

Museu do Café aqui mora a história do café

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

Prédio histórico onde funcionou a bolsa do café guarda a história da cultura que mudou o Brasil

Por Eduardo Savanachi

 

A casa dos barões: a fachada imponente era uma das marcas do prédio da bolsa, inaugurada em Santos, em 1922

Um dos capítulos mais importantes da história do agronegócio brasileiro é guardado nas ruas estreitas do bucólico centro antigo da cidade de Santos, no litoral de São Paulo. É ali, mais precisamente na rua 15 de Março, que se encontra, encravado em uma esquina, um prédio antigo construído em 1922, dono de uma fachada imponente e arquitetura em estilo neoclássico.

Esse era o endereço da Bolsa de Comércio do Café, primeira bolsa de valores voltada para um produto agrícola no Brasil. Mais do que um edifício trata-se de um dos principais símbolos de uma época marcada pela pujança do café.

Passados quase 90 anos de sua inauguração, hoje o prédio abriga o Museu do Café e possibilita aos seus visitantes viajar para uma época em que a cafeicultura protagonizava o desenvolvimento do País. "A Bolsa foi construída com o objetivo de organizar as exportações brasileiras", explica Lineu da Costa Lima, historiador e presidente do Museu do Café.

 

Grão de ouro: na sala do pregão, corretores vendiam o produto brasileiro para todas as partes do mundo

No amplo salão central aconteciam os pregões. Dali, saíam quase 80% do volume total das exportações brasileiras, num tempo em que o Brasil detinha cerca de 60% de todo o consumo mundial do produto. "O grão financiou a chegada das ferrovias e toda a industrialização da cidade", diz Lima. Com a economia sustentada por essa cultura, os barões do café tinham, além de poder econômico, muito prestígio junto ao governo. Prova disso foram os anos da política "café com leite", em que os Estados de Minas Gerais e São Paulo, principais produtores do produto, se revezavam no governo.

Hoje, restaurado e tombado como patrimônio cultural, o edifício abriga exposições permanentes e temporárias, além de um acervo de fotos, documentos e utensílios do século passado. "Os visitantes têm a chance de entender todo o desenvolvimento do comércio do café e do Porto de Santos", ressalta Clara Versiani, diretora técnica do museu.

No prédio ainda é possível degustar alguns blends de café exclusivos. "Temos aqui um dos pedaços mais importantes da história do País, que precisa ser preservado e apreciado", conta Clara. Fonte Dinheiro Rural

08 jun

Chocolate amargo, café e leite agem contra a hipertensão

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

Sociedades médicas afirmam que produtos têm substâncias que protegem os vasos e diminuem a pressão arterial

Já se foi o tempo em que diminuir o consumo de sal e fechar a boca para as coisas gostosas eram as únicas formas de reduzir a pressão arterial. As sociedades de Cardiologia, Nefrologia e de Hipertensão acabam de divulgar uma diretriz em que recomendam a ingestão de café, leite magro, chá, amêndoas, castanhas, azeite e até chocolate amargo como aliados contra a hipertensão.

“Amêndoas, nozes e outras castanhas ajudam porque têm ação antiinflamatória nos vasos e atuam como dilatadores, diminuindo a pressão. Além disso, são ricos em gorduras insaturadas, necessárias ao organismo. O chocolate amargo e o café também agem contra o envelhecimento dos vasos e têm flavonóides, que têm ação dilatadora”, afirma o presidente do Departamento de Hipertensão da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Marcus Bolívar Malachias, acrescentado que o consumo deve ser moderado para evitar o ganho de peso.

O trabalho mostra ainda que beber dois copos de leite magro por dia protege contra a hipertensão. “Estudos indicam que o hábito reduz a pressão. O leite é rico em cálcio. O cálcio, o potássio e o magnésio protegem o organismo contra o efeito maléfico do sódio, que eleva a pressão”, diz Malachias.

O médico afirma ainda que reduzir o sal — estratégia mais difundida no controle da pressão alta — não é sinônimo de prato sem gosto. Temperos como alho, cebola e alho poró, além de darem sabor e, portanto, reduzirem a necessidade de sal no prato, contêm uma substância chamada alicina, que tem ação dilatadora dos vasos.

Menos remédios

De acordo com os 130 especialistas que escreveram a nova diretriz, mudanças na alimentação — aliadas à prática de exercícios — podem reduzir e até acabar com a necessidade dos medicamentos para alguns pacientes.

“Muitos hipertensos abandonam o tratamento devido aos efeitos colaterais. Mas mudanças simples podem fazer com que um paciente que precisa de três comprimidos passem a tomar um”, explica o médico, acrescentando que o hipertenso deve ir pelo menos uma vez por ano ao médico reavaliar o tratamento.

Cuide-se

CHÁS
Os chás verde e preto reduzem a oxidação das artérias, facilitando a circulação.

LATICÍNIOS MAGROS
Têm cálcio, substância que protege contra efeitos nocivos do sódio, que provocam aumento da pressão.

POUCO SAL
O consumo máximo recomendado por dia foi reduzido para 5g. O brasileiro consome, em média, até 18g.

EXERCÍCIO FÍSICO
A prática reduz a pressão devido ao efeito vasodilatador. Como o efeito dura 24 horas, o hipertenso deve exercitar-se todos os dias.
 

02 jun

Beber café faz bem

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

A bebida sempre foi unanimidade pelo seu sabor, mas havia uma espécie de nata encobrindo seus benefícios. Prepare-se porque vamos passar novidades fresquinhas e surpreendentes para você degustar

por REGINA P | Abril

Puro ou adoçado? Coado ou expresso? Forte ou fraco? Arábica ou robusta? Da Colômbia ou das nossas montanhas de Minas? Com petit four ou pão de queijo? Assim como em uma cafeteria, inúmeras questões sobre o café são levantadas em centros de pesquisas ao redor do planeta. Grande parte dos cientistas busca elucidar a maior das dúvidas: afinal, ele faz mesmo bem para a saúde?

O cardiologista Bruno Mahler Mioto, do Instituto do Coração, o InCor, que fica em São Paulo, é um dos que estão atrás da resposta. “Embora existam mitos em relação à bebida e ao coração, ela não parece elevar o risco de doenças cardiovasculares”, afirma. Mioto está envolvido em um estudo sobre esse elo e ficou animado com os primeiros resultados obtidos recentemente. “O consumo de três a quatro xícaras diárias, por um grupo de 27 voluntários, não mostrou aumento da pressão arterial”, conta. Esse achado tem tudo a ver com outra pesquisa, publicada no periódico científico Circulation, da Associação Americana do Coração. Realizada com 83 076 mulheres, ela aponta, inclusive, um discreto efeito protetor contra o acidente vascular cerebral, o derrame. “Por causa do grande número de análises positivas que existem na literatura especializada, hoje não há mais razão para as pessoas temerem o cafezinho”, enfatiza Mioto. Mas daí vem mais uma pergunta: até mesmo as crianças devem incluí-lo no dia a dia? “Sim”, responde, com ar seguro, a psicóloga Carla Verônica Machado, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a UFRJ. Ela se dedica a analisar efeitos da bebida entre os pequenos. “Algumas substâncias ajudam na concentração e melhoram a memória, por isso a preparação é bem-vinda para quem está na escola”, diz.

Aliás, por falar em cérebro, um trabalho recém-concluído na Universidade do Sul da Flórida, nos Estados Unidos, revela que, na massa cinzenta, a cafeína reduz os níveis de uma proteína chamada betaamilóide, que, em concentrações elevadas, seria um dos principais estopins para o Alzheimer. E outra vez nos deparamos com uma dúvida: o café é feito exclusivamente de cafeína? Quem ajuda com a resposta desta vez é o farmacêutico-bioquímico Tasso Moraes e Santos, professor da Universidade Federal de Minas Gerais, a UFMG: “Ele concentra diversos compostos benéficos, além de vitaminas e de sais minerais”, conta. E o mais saboroso nessa história é que a rica mistura atua em sinergia, bem ali, dentro da xicrinha.

Para o professor Tasso Moraes, o café merece lugar de destaque no seleto rol dos alimentos funcionais. E qual seria o motivo? “É que, além de oferecer nutrientes, ele contém substâncias capazes de reduzir o risco de doenças”, justifica, sem pestanejar. O pesquisador e sua equipe observaram, por exemplo, uma boa atuação no fígado. “Nós oferecemos a um grupo de ratos uma ração especial feita com café e notamos uma diminuição de nódulos hepáticos”, conta. Como esses nódulos tendem a virar encrenca, segundo Moraes é possível deduzir que a bebida protege contra o desenvolvimento de tumores.

A relação entre o fígado e o café também aparece em um estudo recente do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos. Os cientistas avaliaram 766 pacientes que tiveram hepatite C e entre aqueles que bebiam mais de três xícaras de cafezinho por dia houve uma desaceleração no desenvolvimento da doença.

Em ambos os trabalhos, existem suspeitas de que compostos fenólicos, moléculas presentes na bebida, estejam por trás dos resultados. Dentro dessa turma do bem, um dos destaques é o já mencionado ácido clorogênico, mas existem ainda o ácido cafeico, o ácido ferúlico e o ácido p-cumárico. “Todos eles têm ação antioxidante”, explica outra estudiosa do assunto, a nutricionista Rosana Perim, do Hospital do Coração, na capital paulista.

Apesar de tantos defensores, várias questões podem continuar martelando em sua cabeça, como esta: será que todas essas substâncias benéficas se mantêm mesmo quando o fruto é processado? “Sim. Embora exista uma queda na quantidade, esses compostos permanecem em dosagens razoáveis no grão torrado”, garante a nutricionista Liliane Machado, da Universidade de Brasília, a UnB, que também faz parte do time de especialistas brasileiros atrás de respostas para tantas e tantas interrogações.

Para o professor Tasso Moraes, o café merece lugar de destaque no seleto rol dos alimentos funcionais. E qual seria o motivo? “É que, além de oferecer nutrientes, ele contém substâncias capazes de reduzir o risco de doenças”, justifica, sem pestanejar. O pesquisador e sua equipe observaram, por exemplo, uma boa atuação no fígado. “Nós oferecemos a um grupo de ratos uma ração especial feita com café e notamos uma diminuição de nódulos hepáticos”, conta. Como esses nódulos tendem a virar encrenca, segundo Moraes é possível deduzir que a bebida protege contra o desenvolvimento de tumores.

A relação entre o fígado e o café também aparece em um estudo recente do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos. Os cientistas avaliaram 766 pacientes que tiveram hepatite C e entre aqueles que bebiam mais de três xícaras de cafezinho por dia houve uma desaceleração no desenvolvimento da doença.

Em ambos os trabalhos, existem suspeitas de que compostos fenólicos, moléculas presentes na bebida, estejam por trás dos resultados. Dentro dessa turma do bem, um dos destaques é o já mencionado ácido clorogênico, mas existem ainda o ácido cafeico, o ácido ferúlico e o ácido p-cumárico. “Todos eles têm ação antioxidante”, explica outra estudiosa do assunto, a nutricionista Rosana Perim, do Hospital do Coração, na capital paulista.

Apesar de tantos defensores, várias questões podem continuar martelando em sua cabeça, como esta: será que todas essas substâncias benéficas se mantêm mesmo quando o fruto é processado? “Sim. Embora exista uma queda na quantidade, esses compostos permanecem em dosagens razoáveis no grão torrado”, garante a nutricionista Liliane Machado, da Universidade de Brasília, a UnB, que também faz parte do time de especialistas brasileiros atrás de respostas para tantas e tantas interrogações.

Embora o processamento preserve boa parte das substâncias benéficas, é o grau de torrefação que determina a quantidade delas. “Quanto menor a torra, maior o número de compostos fenólicos e de nutrientes encontrados na bebida”, diz Liliane Machado, nutricionista da UnB. “Os grãos menos torrados também resultam em bebidas mais aromáticas”, lembra o expert Marco Suplicy, da Suplicy Cafés Especiais, em São Paulo. Aliás, a bebida não precisa ser totalmente negra para ser de boa qualidade, muito pelo contrário. “Os cafés mais escuros costumam acumular cinzas”, diz Suplicy. E, para piorar, o gosto não fica dos melhores, o que leva o consumidor a lotar a xícara com açúcar ou adoçante.

“O exagero na hora de adoçar é um dos piores erros”, lamenta Liliane, que analisa os poderes do café na diminuição do risco do diabetes do tipo 2. “Diversas experiências mostram que a ingestão saudável da bebida interfere positivamente com a absorção da glicose, que então é feita de maneira mais gradual”, explica. Assim, a produção de insulina — hormônio que se encarrega de botar o açúcar dentro das células — ocorre de forma harmoniosa, sem sobressaltos. Mas essa boa atuação dificilmente acontecerá se o preparado ficar mais parecido com uma espécie de melado.

E, agora, você pode indagar: qual é a melhor forma de adoçar? Para os baristas, ou seja, para quem conhece todas as sutilezas de gosto, o certo é tomar puro. “Bebidas de boa procedência são naturalmente adocicadas”, afirma Cleia Junqueira. Sem falar que ir devagar com o doce também ajuda na contabilidade calórica. Mas, se o seu paladar ainda não percebe a discreta doçura na xícara de um cafezinho puro, coloque a menor quantidade de açúcar possível ou apele para os edulcorantes artificiais.

A cientista sensorial Helena Maria Bolini, da Universidade Estadual de Campinas, a Unicamp, que fica no interior paulista, anda investigando a interferência dos adoçantes no sabor do café. Em um estudo com mais de 200 voluntários, a equipe da professora pôde observar que a sucralose é uma boa alternativa ao açúcar, já que não contém calorias e parece não afetar tanto as características de aroma e textura do preparado. “O mais indicado é optar por versões líquidas do edulcorante, que se misturam melhor à bebida.”

Por fim, a pergunta que não quer calar: qual a medida ideal? A maioria dos especialistas sugere até 600 mililitros, o que corresponde a três ou quatro xícaras por dia. Mas para os fãs do cafezinho não existe dose certa. “Jamais deve haver excessos”, dispara o professor Tasso Moraes, da UFMG, que sugere: “Para aqueles que têm dor de estômago, insônia ou palpitação, o melhor é ir com parcimônia”. Ninguém aqui quer ser estraga-prazeres, mas um pingo de cautela, em alguns casos, nunca faz mal a ninguém.