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17 jan

Café reduz risco de diabetes, aponta estudo

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

Beber café pode reduzir em mais de 30% risco de desenvolver diabetes 2

RISCO DE VIR A SOFRER DE DIABETES TIPO 2

Consumir uma média de quatro xícara de café, por dia, pode representar uma diminuição de um 1/3 (mais de 30%) no risco de vir a desenvolver a Diabetes Tipo 2. A conclusão pertence a um estudo norte americano analisado e publicado no relatório do CEMBE – Centro de Investigação de Medicina Baseada na Evidência, da Faculdade de Medicina de Lisboa.

A pesquisa envolveu cerca de 12.000 homens e mulheres com idade média de 54 anos, brancos e negros e não diabéticos no início do estudo. O consumo de café nos 12 meses anteriores foi avaliado por questionário dietético e classificado em graus (número de chávenas/dias). Os resultados revelaram uma associação inversa entre o consumo de café e a incidência da Diabetes tipo 2, uma vez que os grupos com maior consumo de café apresentavam o menor risco.

“As associações entre o café e a Diabetes tipo 2 são consistentes e importantes, seguem um padrão dose dependente e mantêm-se em pacientes obesos e sedentários, com ingestão ou não de álcool, em novos e velhos, mulheres e homens. Por outro lado, esta relação parece ser ainda independente de outros fatores de risco conhecidos da dieta e estilos de vida. Estes aspetos conjugados permitem-nos concluir que a ingestão crónica de café pode reduzir significativamente o risco de Diabetes tipo 2“, explica. António Vaz Carneiro, director do CEMBE.

A diabetes é uma doença crónica caraterizada pelo aumento dos níveis de açúcar (glucose) no sangue. Em Portugal, quase um milhão de pessoas têm diabetes.

16 jan

Cinco regras de ouro para um perfeito café espresso em casa

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

O café Espresso feito no bar é o café por excelência, é a forma que exalta ao máximo o gosto e os aromas.

A preparação do café Espresso é uma verdadeira arte. Para obter um resultado excelente também em casa é aconselhável seguir essas regras:

1) A qualidade da água: usar água mineral natural em vez de água da torneira. A concentração de calcário pode impedir o perfeito funcionamento da máquina e influenciar a qualidade do café. De dois em dois meses é aconselhável usar um anti-calcário para máquinas de café espresso domésticas.

2) A dose certa: para cada chávena (chícara) usar 7 gramas de café para máquina de café espresso. Para sua orientação, saiba que a medida que vem com a máquina equivale a aproximadamente 7 gramas.

3) Uma mão de profissional: uma vez cheio o porta-filtro, bater levemente na mesa ou na palma da mão para distribuir de modo homogéneo o café em pó. Apertar o café com força, utilizando a prensa que vem com a máquina: uma superficie plana é fundamental para obter um bom café Espresso.

4) O tempo certo: o café deve sair do canal formando um fio continuo e homogéneo. Prestar atenção no tempo de extração: se o café sai muito rápido, tente pressioná-lo com mais força; pelo contrário, se a saída é muito lenta, reveja a pressão no sentido contrário.

5) Uma manutenção cuidadosa: sempre que fizer um café, tirar do filtro os resíduos do anterior, para evitar os sabores indesejados. De vez em quando, deixar a água correr no filtro vazio, como se estivesse a fazer um café. Antes de fazer outro, esperar 2/3 minutos, verificando que não existam resíduos de água dentro do porta- filtro. Proceder da mesma forma sempre que lavar o porta-filtro com água da torneira.

Pequeno truque: pode acontecer que o café na chávena não esteja suficientemente quente. Experimente deixar escorrer a água no porta-filtro como se indica acima. Depois, sem tirar o porta-filtro da máquina, accione o vapor até acender a luz. Ė um modo simples e rápido de aumentar a temperatura da água.

12 jan

Onde são Produzidos os Cafés Mais Prestigiados do Mundo

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Os Mais Seletos Cafés do Mundo

Veja quais são os cafés de maior prestígio e qualidade e seus lugares de origem:

Jamaica. Blue Montain:
É cultivada na “montanhas azuis” da Jamaica em 2.000 metros de altitude. É o valor de mercado do mundo mais fino e mais alto. Sua produção é limitada. É um café com sabor suave e persistente, de baixa acidez perfume, delicado e muito equilibrado.

Indonésia. Java:
Café arábica introduzido pelos holandeses em meados do século XVII neste país. Seu cultivo é principalmente no, leste oeste e Java central. A variedade é mais difícil de alcançar. Produz um sabor encorpado de café, chocolate, com um aroma forte e agradável.

Quênia. Cimaza:
Este árabe é considerado um dos melhores cafés Africano. Cresceu entre 1.500 e 2.000 metros acima do nível do mar, em condições climáticas ideais. O Cimazul variedade produz grãos de tamanho redondo, e azul. Seu café está cheio aroma, corpo intenso e elevada acidez.

Porto Rico. Yauco selecto:
É cultivada nas montanhas de Yauco, no sudoeste do Puerto Rico, a uma altitude de 1.100 metros. Ela produz um sabor de chocolate e café-rico sabor. Equilibrado, cheio, rico e um dos mais procurados hoje em dia.

Etiópia. Moka Lim:
Considerada a melhor variedade é cultivada na Etiópia, no sudoeste do país na região de Kaffa. É uma grande degustação de café, aroma frutado, corpo pequeno e alguma acidez. Muito apropriado para misturas de alta qualidade.

Costa Rica. Tarraz:
Cultivadas no sul, a uma altitude de entre 1.300 e 1.650 metros, é um arábica de alta qualidade. Tem um aroma floral muito azulado, alongada plana e dá um café encorpado, com sabor redondo e cheio, e elevada acidez.

Guatemala. Volcán de Oro:
Sua cultura é realizado a uma altitude de 1.500 metros. Grão tem uma cor esverdeada. Aroma de café é intenso, limpo e perfumado, cheio de sabor encorpado pronunciada e persistente.

Hawaii. Kon:
É cultivada na região que compartilha seu nome. Tem ótimo sabor, acidez muito bem, de corpo inteiro e mouthfeel persistente.

Brasil. Santos:
Cultivadas na região de São Paulo, é um café de alta qualidade, sabor e aroma próprio. Acidez, suave encorpado e baixos.

Colômbia. Colômbia:
Seu cultivo está concentrado em três cadeias de montanhas que atravessam o país a uma altitude entre 1.200 e 1.800 metros. Cafés da Colômbia são como aromático, macio e frutado, média-alta acidez e corpo leve.

11 jan

Aprenda a preparar cafés em diferentes extrações

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

Barista ensina a preparar cafés em diferentes extrações

No coador de pano, no sifão, em cafeteira francesa, italiana e o café turco. Para cada tipo de extração de café é indicada moagem específica do grão.

O café, uma das bebidas mais consumidas no mundo, pode ser preparado através de diferentes extrações do grão cafeeiro. No Brasil, o cafezinho feito no coador é o mais tradicional. Contudo, o ‘modo de preparo’ a la francesa, italiana, turca, por exemplo, particularizam o sabor de cada um deles. 

Para cada tipo de extração é necessária uma moagem diferente do grão de café

"É isso que faz os cafés se diferenciarem um do outro”, afirma a barista Andréia Ohya, de Londrina, no norte do Paraná.

Andréia ensinou ao G1 como preparar o café em quatro tipos de extrações. Antes disso, ela dá a dica: “O grão do café está vivo e é uma esponja. Então, para entrar em contato com a água e não perder todas as suas características, a água não pode estar fervendo.” Segundo a barista, a água para o café não pode passar do processo de ebulição, tem que estar em torno de 90º.

Francesa
A cafeteira francesa, patenteada em 1929, é simples e elegante. Fácil de usar, ela requer delicadeza no manuseio. Através da infusão, ela consegue extrair os óleos e sedimentos naturais do café. A moagem do grão para este tipo de extração deve ter um aspecto arenoso.

Com a jarra escalada, o café é colocado no fundo dela. A água é adicionada em seguida. Tampa-se a cafeteira e, com cuidado, a alavanca é acionada manualmente, deixando o pó do café todo prensado no fundo.

O café extraído desta maneira tem uma aparência densa, aroma e sabores marcantes.

Montagem extração francesa (Foto: Ariane Ducati/ G1 PR)O modo de extração de café francesa, através da infusão, consegue extrair os óleos e sedimentos naturais do grão. O manuseio da cafeteira requer delicadeza (Foto: Ariane Ducati/ G1 PR)

Árabe/Turco
Este é um dos mais antigos métodos de se preparar o café. Feito em um utensílio específico, como uma caneca, chamada Ibrik ou Cezve, os árabes acreditavam que o preparo da bebida era como uma conexão espiritual. Tanto que a borra que permanece na xícara é utilizada pelos árabes para ler a sorte das pessoas. O pó para este tipo de extração deve ser bem fino.

Na Cezve o café, a água e o açúcar são adicionados e fervidos juntos. Pode se acrescentar especiarias, como o cardamomo. Quando começa a borbulhar, o caneco é retirado do fogo e é necessário esperar alguns segundos para que o pó desça todo e permaneça no fundo.

O café turco ou árabe tem aparência mais forte e pesada. O aroma fica ainda mais pronunciado em virtude do açúcar.

Montagem café árabe (Foto: Ariane Ducati/ G1 PR)O pó de café é despejando na água junto com o açúcar, antes de levar ao fogo. Depois de ferver, é preciso esperar alguns segundos para que o pó desça para o fundo (Foto: Ariane Ducati/ G1 PR)

Italiana
Para o preparo do café com extração italiana é necessário uma cafeteira conhecida como Moka. Prática e atrativa pelo design. A granulometria, como é chamada a espessura da moagem do café, não deve ser nem tão fina, nem muito grossa. O indicado é a número oito.

A cafeteira divide-se em três partes que estão encaixadas como uma rosca. Na parte do meio é colocado o café. Na de baixo, está a água. E na superior é colocada uma fina camada de água, apenas para cobrir o fundo. No fogo, quando a água entrar em ebulição vai subir até a parte superior já como o líquido de café.

O café preparado desta forma se assemelha ao sabor de um expresso. É forte e tem um gosto marcante.

Montagem café italaino (Foto: Ariane Ducati/ G1 PR)A cafeteira italiana tem três partes que se encaixam. Na inferior está a água, no meio o pó. Quando entra em ebulição, a água sobe e a bebida fica na parte superior (Foto: Ariane Ducati/ G1 PR)

Coador de pano
A mais tradicional forma de preparo de café no Brasil, com o coador é simples e fácil. Mesmo com a chegada dos filtros de papel e cafeteiras, que fazem o mesmo trabalho de forma muito mais prática, ele não perdeu a charme e o posto de ‘queridinho’ dos brasileiros. Para o coador, a moagem do grão de café deve ser fina.

O café é despejado no coador e, em seguida, a água é adicionada. Rapidamente a bebida está pronta.

O sabor é delicado e agradável, de aroma persistente. Na xícara, a aparência da bebida deve ser translúcida e ter um tom caramelo escuro.

Montagem coador (Foto: Ariane Ducati/ G1 PR)O café feito no coador é o ‘queridinho’ dos brasileiros; ele é fácil e rápido de fazer (Foto: Ariane Ducati/ G1 PR)

Sifão
Foi um engenheiro naval escocês que inventou o sifão que prepara café. Nada convencional, o sifão prepara a bebida pelo método da infusão. Uma chama é colocada abaixo do globo de vidro com água. O café é colocado na parte superior. Com o aumento da temperatura a água entra em ebulição, sobe e lava o pó. Pelo filtro, a bebida desce limpa.

O grão indicado para este tipo de extração é um pouco mais grosso que o usado em cafeteiras elétricas; semelhante ao pó usado na cafeteira italiana, nem tão fino, nem muito grosso. O sabor do café é marcante e persistente.

10 jan

Cafés especiais um mercado em expansão

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“Cafés especiais é um mercado em expansão”, afirma Flávia Lancha Oliveira

Flávia Lancha Oliveira foi a entrevistada deste mês da Revista Attalea Agronegócios. Nesta reportagem, a cafeicultora comenta um pouco sobre cafés especiais e dá algumas dicas para produtores que querem investir neste mercado.

Sócia-proprietária e diretora da Labareda Agropecuária, empresa produtora de cafés especiais, Flávia tem anos de experiência e uma ótima visão de mercado.

Referência na região, a Labareda começou a vender cafés especiais em 2006, depois de conquistar a certificação pela Utz Capeh. Atualmente, a empresa é certificada pela Rainforest Alliance e exporta mais de 90% da produção.

Os grãos produzidos na Labareda são exportados principalmente para a Europa e o Japão, mas parte da produção também é destinada ao mercado norte-americano, Austrália e Nova Zelândia.

Como você avalia o mercado de cafés especiais?

O mercado de cafés especiais é um mercado em expansão, interessante e muito atrativo. É um conceito que ainda está em desenvolvimento, mas a procura é crescente. O mercado de cafés especiais engloba vários pontos. O primeiro é qualidade. O café precisa ter uma pontuação acima de 80 pontos na escala SCAA (Associação Americana de Cafés Especiais) para ser tido como especial. Outro ponto é a sustentabilidade, que hoje está muito ligada com as certificações. Qualidade e sustentabilidade caminham juntos e o mercado está buscando aliar os dois pontos.

O café para exportação segue um padrão?

O café exportado normalmente segue um padrão que é por tipo de peneira. Existem três tipos: 17/18, 14/16 e abaixo de 13. O café 17/18, é um grão graúdo e pode ter no máximo 12 defeitos. O 14/16 é mais miúdo e tem que ter no máximo 30 defeitos. E depois o grinder, abaixo de 13, que resida desses outros cafés. O preço da saca varia conforme a peneira.

Como são feitos os negócios?

O mercado tem algumas variáveis: pode ser vendido diretamente aos compradores ou por grandes exportadores que compram e exportam. Na venda direta os cafés são entregues em containers no Porto de Santos e vão direto, por navio, para o comprador.

Hoje trabalhamos principalmente através de uma corretora que faz contato com exportadores e a parte burocrática, mas também temos este contato com os compradores. Nós já estivemos no Japão e na Europa e eles já vieram ao Brasil conhecer nossas fazendas.

Existe venda futura de cafés especiais?

Sim, existe e tem muita procura. As primeiras vendas só são feitas com amostra, depois que o café já está colhido, pronto. No primeiro ano é preciso fazer este estoque.

O mercado de cafés especiais é muito interessante. A partir do momento que você já tem uma credibilidade, o comprador aparece no mercado em uma determinada época, compra o quanto precisa e paga o preço. Cada comprador tem uma época de vir ao mercado. Essa é uma diferença em relação a commodity, que você vende quando precisa. Em exportação direta o ideal é vender quando o cliente vai comprar.

Eles vêm naquela determinada época, compram o quanto precisam e saem do mercado.

Qual a diferença entre vender commodity e vender cafés especiais?

Existem muitas diferenças. Primeiro, no café especial, apesar de agregar valor, você tem que conquistar o seu cliente. Isso demanda um tempo. É preciso estar preparado, ter paciência até conseguir conquistar credibilidade para agregar valor.

O grande problema é que as pessoas não têm paciência. O cafeicultor não tem essa cultura de esperar, de vender quando o mercado quer comprar, ele vende quando precisa.

Em commodity seu café é mais um, não é diferenciado, porém você vende a hora que quiser do jeito que quiser.

Você tem alguma dica para quem quer começar?

A primeira dica é: faça café de qualidade. Café especial é especial! A segunda dica: separe um lote, pode ser pequeno, e faça especial, venda especial, tenha paciência, espere, amadureça, não disponha deste café.

Outra dica é buscar uma certificação. Com a certificação a fazenda ganha muita visibilidade e credibilidade. O cliente já sabe que na sua fazenda não tem exploração, trabalho escravo ou infantil e que você cuida do meio ambiente. Isso já é um grande passo para abrir o mercado.

E como funciona o processo de certificação?

Primeiro é preciso se adequar as normas regulamentadoras. Siga a NR-31 (Norma Regulamentadora de segurança e saúde no trabalho na agricultura) ao pé da letra! A certificação é uma empresa internacional que vem assegurar se você segue as normas do país. Então você tem que seguir normas trabalhistas e ambientais. Este é o passo básico.

Como você avalia os cafés especiais da Alta Mogiana?

A região da Alta Mogiana tem um solo e um clima propício para a produção de cafés especiais. Tem muito potencial, mas faz menos do que poderia. Em comparação com outras regiões, como Sul de Minas e Cerrado, a Alta Mogiana está muito atrás.

É questão de o próprio produtor estar atento. Ele não vai ter um gasto a mais para produzir um café de qualidade, apenas precisa de um cuidado a mais.

05 jan

As Propriedades do Café

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

As Propriedades do Café

Cheiro agradável, gostoso que traz sensação de conforto. Difícil achar alguém que não goste. Alimento versátil com várias utilidades. Saiba um pouco mais dos benefícios e o limite para que este hábito gostoso não se torne um vício.

Breve Histórico do Café
Muitos povos acreditam que a borra formada pelo café pode revelar fatos sobre o futuro da pessoa que apreciou a bebida
O consumo de café na Europa teve início no final do século XVII, quando os turcos chegaram a Veneza.
Os otomanos já tinham o café como um de seus hábitos, entretanto, eles tomavam café por infusão: jogava-se água fervente em uma xícara, na qual havia café moído, mas o sabor não era lá dos mais agradáveis, por isso buscou-se outras formas de preparo.

No final do século seguinte, François Antoine Descroisilles, um farmacêutico francês, inventou a cafeteira, que possuía dois recipientes separados e que permitia que um filtro ficasse entre a água e o café. Anos mais tarde, Antoine Cadet de Vaux, um químico francês, inventou a cafeteira de porcelana.
Outra revolução na forma de fazer café só foi observada no final da segunda guerra mundial, quando Achille Gaggia, inventor italiano, criou a máquina de café espresso.

O café hoje é uma bebida consumida no mundo interiro, mas cada país possui uma maneira diferente de consumi-lo:

França: o produto, na maioria das vezes, é bebido juntamente com chicória.
Áustria: pode-se beber o produto juntamente com figos secos, sendo que em Viena, a capital do país, é uma tradição o oferecimento de bolos e doces para acompanhar o café com chantilly.
África e Oriente Médio: é comum acentuar o sabor do café com algumas especiarias, tais como canela e cardomomo, alho ou gengibre.
Bélgica: o produto é servido com um pequeno pedaço de chocolate, colocado no interior da xícara, que será derretido quando entrar em contato com o café.
Itália: o café expresso preto é servido em xícaras pequenas, acompanhadas de tiras de limão.
Grécia: o café é acompanhado por um copo de água gelada.
Cuba: o café é bebido bastante forte e doce, e em um só gole.
Sul da Índia: o café é misturado com açúcar e leite e servido com doces.
Alemanha: é servido com leite condensado ou chantilly.
Suíça: adiciona-se ao café um licor, o ‘kirsch’.
México: em muitos lugares, o café é oferecido gratuitamente e pode ser consumido em grandes quantidades. O chamado café americano, como é conhecido no México, é o mais consumido e é uma cópia do que se bebia até poucos anos nos Estados Unidos: aguado e com pouco sabor.

Receitas

Bala de Café
Bolo de Milho com Café
Batida de Café

Café e Alimentação
O café é um alimento rico em vitaminas do complexo B, e até mesmo em vitamina C [100g de café crus fornecem 6mg de vit. C e 100g até café torrado fornecem até 2,0 mg].
Pode ajudar em muitos casos e ter diversas funções entretanto é preciso tomar cuidado, o excesso pode ser extremamente prejudicial.
É necessário saber sempre a dose e o horário certo em que este cafezinho não prejudicará a sua saúde, mas apenas ajudará a melhorar o seu dia.

Café e o seu Coração

Escuta-se muito sobre a relação café e coração, ou seja, que excesso de café pode ser prejudicial no tratamento da hipertensão.

Mito ou fato?

De acordo com muitos estudos, o consumo excessivo de café têm sido associado à alta concentração de homocisteína plasmática total, que é considerada um grande fator de risco para doenças cardiovasculares.
Além disso, alguns estudos apontam a cafeína como uma substância que pode elevar os níveis pressóricos devido à sua ação hipertensora e estimulante.
O consumo de café tem sido também associado ao aumento dos níveis de colesterol em algumas pesquisas. Uma recente estudo mostrou que o consumo excessivo de café não filtrado pode aumentar os níveis séricos de lipídeos, o que não ocorre quando o café é filtrado.
Mesmo que todos estes estudos não sejam totalmente conclusivos, é melhor evitar os excessos limitando o consumo de café a 3 xícaras pequenas por dia, a fim de evitar possíveis problemas futuros!

Café e Diabetes

Um estudo publicado na revista de medicina Lancet, apontou o café é a maior fonte de cafeína e têm mostrado grande redução da sensibilidade de insulina e potenciais efeitos benéficos.
O estudo investigou a associação entre o consumo de café e o risco de desenvolver diabetes mellito. Em conclusão, consumo de café foi associado com risco substancialmente menor de diabetes mellito tipo2.

Café e a Gravidez

Estudos recentes, advertem que mulheres grávidas não devem ingerir mais de quatro xícaras de café por dia, sob risco de ter um aborto ou dar à luz a uma criança de baixo peso.
Sabe-se que o fator de risco para os problemas citados acima é decorrente da cafeína, e por isso, o consumo desta não deve ultrapassar 300mg/dia.
É importante lembrar que além do café, outros alimentos apresentam cafeína na sua composição, como o chá preto e mate e o chocolate. A cafeína também pode estar presente em medicações utilizadas para tratar gripes e resfriados.

Confira a seguir a quantidade de cafeína de alguns alimentos divulgada pela Food Starndards Agency [FSA]:

Medida Quantidade
xícara média de café instantâneo 75mg
caneca média de café 100mg
xícara média de café coado 100mg
xícara média de chá mate ou preto 50mg
barra normal de chocolate 50mg
refrigerante 40mg
bebida energética 80mg

Café e Bem Estar
A cafeína, presente no café, estimula a produção de alguns neurotransmissores relacionados ao bem-estar, o que explica o aumento do pique e disposição depois de alguns goles de café.
Entretanto este efeito é passageiro, cerca de três horas, e após este período o corpo passa a pedir mais cafeína.
Entretanto, quanto mais se bebe, menor o efeito e maiores os riscos de algumas doenças como, por exemplo, a osteoporose,.
Lembre- se de que o consumo de café acima de três xícaras /dia não é recomendado, logo invista em atividades físicas aeróbicas como corrida e natação, três vezes por semana, por pelo menos 30 minutos.
Elas também liberam neurotransmissores ligados ao bem-estar, sem efeitos colaterais da cafeína

Café a Atividade Fisíca
A cafeína, tem sido considerada uma substância de auxílio ergogênico, ou seja que potencializa a performance durante a atividade física, atuando como estimulante do sistema nervoso, aumentando a tensão dos músculos e ajuda na mobilização de substratos de energia para o trabalho muscular.
Mesmo com todos estes efeitos positivos, é importante lembrar que o Comitê Olímpico Internacional, considera doses de cafeína acima de 12microgramas como dopping.

Café e Refeições
A maioria dos brasileiros possuem hábito de após almoço e jantar ingerir um cafezinho.
Cuidado, este hábito pode ser extremamente prejudicial.
O café possui algumas substâncias como fitato, tanino que chamamos de fatores antinutricionais, ou seja, estas substâncias atrapalham a utilização de alguns nutrientes.
No caso do café, as suas substâncias anti nutricionais, estão diretamente relacionadas a ma absorção do ferro, e sabe-se que a deficiência do ferro no organismo pode ser causa de diversos problemas sérios como anemia que tem como principal sintoma o cansaço, indisposição, entre outros.
Por isso, o consumo de café deve ser feito duas horas antes ou após as refeições principais, nunca em intervalos maiores e sempre lembrando de que não é recomendado o uso em quantidade superior a 3 xícaras por dia.