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28 fev

Tomar café durante a gravidez

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Tomar café durante a gravidez

Embora durante a gravidez a gestante não precise eliminar completamente o consumo do café, é importante acompanhar o seu consumo e tentar ser sempre moderado.

De acordo com especialistas, o consumo ideal do café durante a gravidez é de duras xícaras por dia. Esta quantidade fornece entre 200 e 300 miligramas de cafeína, o que não é prejudicial para a mãe e o futuro bebê.

Quando a gestante apresenta problemas digestivos tais como flatulência, náuseas e vômitos, o que são comum durante os primeiros e últimos meses da gravidez, é aconselhável eliminar completamente o consumo do café e outras bebidas cafeinadas.

Todas nós sabemos que não é fácil deixar de consumir café, mas se este for o seu caso, será necessário um pouquinho de esforço. Além disso, você poderá substituir o café por chá, que também ajudará a melhorar a sua digestão.

27 fev

Café pode ajudar mulheres a engravidar

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Cafeína pode influenciar positivamente a fertilidade feminina

Grávidas devem beber café

Um estudo internacional, liderado pelo investigador asiático Hefen Huang, que analisou 932 casais com problemas prévios de fertilidade e que tenham sido sujeitos a inseminação intracervical ou intrauterina, concluiu que os casais em que as parceiras consumiram café no passado tiveram taxas de gravidez e nados-vivos significativamente mais elevadas comparativamente com as que nunca ingeriram café.

As mulheres que consumiam café antes de tentar engravidar tiveram mais sucesso

“Estes dados vêm, de alguma forma, dar novas luzes relativamente à influência que a cafeína pode ter na fertilidade.

As conclusões indicam, claramente, que as mulheres que consumiam café antes de tentar engravidar, tiveram mais sucesso com o tratamento de inseminação artificial, ou seja, de alguma forma a cafeína teve um efeito positivo”, explica Teresa Ruivo, Gestora do Projeto Café & Saúde Portugal.

Relativamente à ingestão de café durante a gestação, as grávidas podem e devem continuar a beber café, ao contrário do que, por vezes, é defendido. A recomendação é que, durante esse período, a dose diária de cafeína não ultrapasse 200-300mg/dia, o equivalente a duas chávenas diárias de café.

A questão demográfica, nomeadamente os baixíssimos níveis de natalidade, é hoje um dos principais problemas nacionais. Portugal tem a terceira pior taxa de fertilidade do mundo: 120 mil casais (9 a 10%) sofrem com o problema e uma consulta do Serviço Nacional de Saúde pode demorar mais de dois anos, segundo o 1.º Estudo sobre Infertilidade em Portugal.

O Programa “Café e Saúde” foi implementado em Portugal, em 2007, pela AICC (Associação Industrial e Comercial do Café) com o objectivo de mudar a atitude dos profissionais de saúde relativamente ao consumo de café.

É um projecto de informação, dirigido a profissionais de saúde, que procura esclarecer e desvendar mitos sobre a ingestão do café, reunir evidência científica quanto aos benefícios inerentes ao seu consumo na prevenção de algumas patologias e estimular o conhecimento específico sobre esta temática.

23 fev

Beber café faz bem para o coração, diz pesquisa

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Pesquisa científica afirma que beber café traz benefícios e evita doenças coronárias

As pessoas que preferem café a chá são mais saudáveis e correm menos riscos de morrer de um ataque cardíaco. Esta foi a conclusão de um estudo publicado na revista médica britânica Journal of Epidemiology and Community Health por uma equipe da Universidade de Dundee, na Escócia.

O estudo desmente a crença popular de que beber muito café faz mal à saúde e afirma que, quanto mais esta bebida for consumida, menos risco tem o indivíduo de sofrer de doenças coronárias. Segundo os pesquisadores, o chá é que faz mal. Para chegar a esta conclusão, a equipe acompanhou 11 mil pessoas entre 40 e 59 anos durante sete anos e descobriu que a taxa mais alta de mortalidade por enfarte ocorria entre os que não consumiam café e mais baixa entre os que tomavam um mínimo de cinco xícaras por dia.

“Beber café pode ser um hábito moderno e jovem com benefícios generalizados para a saúde”, afirma o doutor Darcy Roberto Lima, Phd em medicina e professor do Instituto de Neurologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Após seis anos de pesquisa sobre o café, o médico conclui que “a humanidade adotou o café como bebiba matinal porque ele estimula o cérebro”.

O café possui lactona, substância química que atua de forma benéfica no cérebro. “Seu consumo diário torna o cérebro mais atento e capaz para suas atividades intelectuais. Também diminui a incidência de apatia e depressão; estimula a memória, atenção e concentração; pode ajudar a prevenir o consumo de drogas, do álcool e a diminuir a incidência de cirrose em alcoólatras”, completa doutor Lima. Porém, o médico adverte que o café não pode ser considerado remédio.

17 fev

Café ajuda a repor as energias no Carnaval

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Pesquisas reconhecem os benefícios da cafeína contida no cafezinho para estimular o sistema nervoso e a sensação de euforia

Café o energetico perfeito para o CarnavalBrasília (17/02/2012) – O cafezinho de todos os dias é também uma excelente fonte de energia para os foliões neste Carnaval. Esse efeito de alegria e energia que o café proporciona vem de um dos seus elementos, a cafeína. Quando consumida em quantidade moderada, a substância tem seus benefícios já reconhecidos no mundo científico. A cafeína pertence ao grupo de compostos químicos chamados metil-xantinas, presentes em uma grande quantidade de alimentos, cerca de 60 espécies de plantas no mundo contêm esses compostos, como café, guaraná, cacau, chocolate e chás.

É justamente a cafeína que confere as propriedades características do café. As xantinas são substâncias capazes de estimular o sistema nervoso, produzindo um estado de alerta de curta duração. A absorção da cafeína no organismo é muito rápida, assim como a sua distribuição, passando rapidamente para o sistema nervoso central.

Existem pesquisas que atestam que o café apresenta ação antioxidante, atua no combate aos radicais livres e diminui os riscos de desenvolvimento de doenças cardiovasculares. No cérebro, ela atua sobre os receptores de adenosina, exercendo ação inibidora que impede que ele aja como redutor da pressão sanguínea, da frequência cardíaca e da temperatura corporal, ou seja, fatores responsáveis pela sensação de sono. Efeito que sentimos, de outro modo, como aquela sensação de estímulo e disposição depois de uma xícara quentinha de um bom café.

Mas nem só de cafeína é composto o café. A bebida concentra diversos compostos benéficos, como vitaminas, sais minerais, aminoácidos e açúcares, como explica a pesquisadora do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), Maria Brígida dos Santos Scholz, que desenvolve estudos de composição do café, com apoio do Consórcio Pesquisa Café. A pesquisadora cita o exemplo dos ácidos clorogênicos, melanoidinas, fenólicos e trigonelina, compostos que tornam o café uma bebida apreciada também por sua contribuição para a saúde. “O café concentra diversos componentes que têm diferentes funcionalidades no organismo”, destaca. Brígida ressalta a importância da torra a qual o café é submetido, “insistimos num processo de torra menos intensa, pois isso é determinante para que estes compostos contidos nos grãos permaneçam na bebida”.

O consumo regular de até quatro xícaras diárias ajuda a manter o corpo ativo, além de aumentar a sensação de bem-estar e humor. Isso porque a cafeína anula os efeitos da substância química, que causa o sono (adenosina), e otimiza os efeitos da microcirculação, que melhora o fluxo sangüíneo. O café contém de 1 a 2,5% de cafeína, que produz esse efeito estimulante.

Café é o energético mais seguro para o folião encarar com muito pique o carnaval

Antes, durante e depois da folia, o café substitui com vantagem os energéticos e isotônicos industrializados

Natural, consumido há séculos em todo o mundo, não calórico, e com benefícios comprovados para a saúde humana, especialmente para o cérebro, o café é o energético mais seguro – e gostoso – para o folião que quer encarar com muito pique o carnaval. De acordo com estudos realizados há duas décadas pelo Projeto Café e Coração, que envolve o Instituto do Coração (Incor), Hospital das Clínicas de São Paulo, Faculdade de Medicina da USP e o Programa Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento do Café (PNP&D), da Embrapa, recomendam-se até quatro xícaras da bebida por dia para aumentar a performance do corpo e da mente.

“A planta café é a ideal para um corpo sadio e uma mente sadia, ao contrário das bebidas artificiais, como energéticos, refrigerantes e isotônicos, que não trazem nenhum benefício para a saúde“, diz o  Ph.D em Medicina pela Universidade de Londres, médico, escritor e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Darcy Roberto Lima (*). Ele ressalta, ainda, que o café não traz dependência física nem desencadeia processos de depressão, graças à sua composição química que, além da cafeína, é rica em potássio, zinco, ferro, magnésio, diversos minerais, aminoácidos, proteínas, lipídeos, açúcares e polissacarídeos e uma enorme quantidade de polifenóis antioxidantes.

Ressalvando os exageros, que devem ser evitados, o cardiologista baiano Maurício Nunes recomenda o uso do café com grande vantagem em relação aos energéticos industrializados e beberagens manufaturadas do mercado. “O café mantém o estado de alerta, e mesmo quando acontecem arritmias pelo uso excessivo, elas são benignas e facilmente contornáveis”, afirma Maurício Nunes.

13 fev

Instrução Normativa ( IN16) – Café torrado passará a ter controle oficial

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A IN16, do Ministério da Agricultura,  fiscalizará impurezas e qualidade da bebida

Uma Instrução. Normativa, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a IN16 afeta diretamente a indústria do café torrado em grão e do café torrado e moído – incluindo o produto importado -, já que delega ao ministério a função de monitorar a qualidade do produto final, em relação ao teor de impurezas, umidade e qualidade da bebida. Em última análise, quem sai beneficiado é o consumidor, que terá a garantia oficial de um órgão – com poder de fiscalizar e punir – de que o café disponível é puro, e está em condições de ser consumido como bebida com padrões mínimos de qualidade.

Selo de qualidade. Até a edição da IN16, quem se autofiscalizava em relação ao controle de impurezas no café era a própria indústria torrefadora, por meio do selo de qualidade da Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic), instituído há 20 anos justamente para coibir a fraude no produto final, com a adição de produtos como milho, soja, melado, palha, sementes de açaí e o que mais a imaginação achar que pode ser travestido de café na hora da torra e moagem.

Só que a Abic, com 1.113 associados, sendo 95% de pequenas e médias torrefadoras, consegue garantir a pureza, com seu selo de qualidade, de 70% do total de 19,3 milhões de sacas de 6o quilos de cafés comercializadas no País, diz o presidente da entidade, Almir José da Silva Filho. O que não quer dizer que o restante, que não tem o selo da entidade, seja de cafés com impurezas. “No nosso ‘mapa da fraude’ calculamos que 1,5% do café vendido no mercado interno seja misturado”, diz Silva Filho.

Ainda segundo o presidente da Abic, a IN16 permitirá punir os infratores. “O que fazíamos era denunciar a fraude, mas não existia lei para multar os fraudadores. Lançar mão do Código de Defesa do Consumidor também é complicado, já que não havia definição legal sobre os níveis e tipos admissíveis de impurezas no produto final.” Segundo a IN16, só poderão ser vendidos cafés com teores máximos de i% de impurezas, s% de umidade e classificação global de qualidade de bebida de 4 para cima – numa escala de o aio, sendo o péssimo café e o 10o melhor.

Impurezas e qualidade. Quanto à fiscalização e a punição à adição de impurezas os torrefadores foram unânimes em aprovar. O que aparentemente pegou várias empresas de surpresa foi o fato de que o Mapa também passará a fiscalizar a qualidade da bebida, proibindo a comercialização de cafés com nota abaixo de 4. “Há dois anos, o que a Abic e o Mapa nos propuseram foi editar uma Instrução Normativa para combate às impurezas, não à qualidade da bebida. Quem define a qualidade do café que quer comprar é o consumidor, não o ministério”, diz um torrefador mineiro.

Outro torrefador, do Nordeste, exemplifica: “Há vinhos de vários tipos no mercado interno, desde os de excelente qualidade até aqueles com adição de açúcar. Há público para esses vinhos, todos produzidos conforme as normas sanitárias vigentes”, continua. “Para o café puro, independentemente da qualidade da bebida, também haverá vários públicos. E quem deve escolher que qualidade de café quer comprar é o consumidor final. O ministério definir e classificar, por análise sensorial, a qualidade da bebida, como exige a IN16, é um critério muito subjetivo”, concluiu.

O diretor-executivo da Abic, Nathan Herszkowicz, complementa, porém, que a IN16 foi formulada com absoluta participação da indústria. “Tivemos 13 reuniões com os associados para debater o assunto, durante o período em que a IN esteve em consulta pública”, garante, acrescentando que por causa da experiência tanto do selo de pureza quanto do Programa de Qualidade do Café (PQC), o Mapa procurou a entidade para debater uma normalização e classificação para o setor de café torrado e moído. “Não é nada diferente do que já fazem as empresas que seguem as normas do PQC e do selo Abic.”

O torrefador mineiro acrescenta, porém, que manter um classificador de café em sua empresa, como exige a IN 16, custará por volta de R$ 9 mil mensais, incluindo o salário e custos trabalhistas. “A ideia da IN16 era combater a fraude, e não gerar mais custos para a indústria”, indigna-se.

Já a iniciativa do ministério ocorreu porque ele tem de cumprir a Lei 9.972, de 25/5/2000, que obriga à classificação de todo produto de origem animal ou vegetal destinado ao consumo humano. Para o fiscal federal agropecuário do Mapa, Osmário Zan Matias, o que o ministério fez foi formalizar o que a indústria já fazia. “Antes a falha não tinha consequências. A partir de fevereiro, terá consequências e penalidades”, diz.

Classificador e degustador passará por curso no Mapa

Outro ponto polêmico que envolve a IN16 foi a obrigatoriedade de a indústria contratar classificadores de café torrado e moído licenciados pelo Ministério da Agricultura para definir se o café a ser comercializado pela torrefadora atende aos padrões mínimos exigidos pela nova legislação. Esses classificadores terão de passar por um curso no Mapa.

10 fev

Beber café vicia ?

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Quebra do mito: café não vicia

Ao beber sua próxima xícara de café, curta bem este sabor que não vicia e ainda faz bem à saúde.

Você bebe café todos os dias e se não beber sente uma dorzinha de cabeça? Alguém certamente já lhe disse que isso acontece porque você é viciado em café, certo? Pois o café não vicia. Isso mesmo, pode beber tranquilo, o seu vício não é de café, talvez você seja viciado em água, um “vício” que não tem cura.

Explicando melhor,  imagine que você fique isolado em uma sala, sem comida e sem bebida, por alguns dias. Qual será a primeira coisa de que você vai sentir falta? Água. Sim, claro, é de água que você vai sentir falta e não do café. Entendeu como a sua dependência é muito maior de água do que de café?

Beber café é um hábito saudável, que faz bem à saúde, portanto pode ser comparado a exercícios físicos também. E está aí outro bom exemplo: quem tem o hábito de se exercitar todos os dias, quando não pode fazer isso por algum motivo, sente falta. O mesmo ocorre quando você, que costuma beber um cafezinho logo de manhã, deixa de beber café.

Como explica o Doutor Darcy Roberto Lima, pesquisador especialista em café, logo que nascemos já nos tornamos dependentes químicos. “Ao respirar pela primeira vez o recém-nascido torna-se dependente do oxigênio para todas as atividades bioquímicas de seu organismo”, diz Lima.

É importante destacar que você deve escolher bem em que quer se tornar dependente. Você pode optar por ser dependente de hábitos saudáveis, como beber bastante água, praticar exercícios e tomar um cafezinho, ou ser dependente de substâncias que prejudicam sua saúde, como o tabaco e as drogas ilícitas.

Portanto, ao beber sua próxima xícara de café, curta bem este sabor que não vicia e ainda faz bem à saúde.